Almanaque No 12

Almanaque on-line entrevista

Sérgio Laia - Diretor executivo do VI Enapol pela EBP

1) O corpo está em discussão. O IPSM-MG tem-se ocupado da exploração do tema do VI ENAPOL e propõe, para esta entrevista, a articulação “o corpo sob transferência”, o corpo tomado pela incidência do discurso analítico no século XXI. O título do VI ENAPOL, Falar com o corpo, e seu subtítulo, “a crise das normas e a agitação do real”, apresentam, segundo seu texto publicado no site do encontro (LAIA, 2013), um programa da psicanálise de orientação lacaniana, frente ao desencanto contemporâneo com os “poderes da palavra”, em sua decisão de “falar com o corpo” e persistir na “trama corpo-linguagem” para ler os sintomas e abordar a generalização das normas como uma crise das normas, uma resposta ao seu fracasso através de um recrudescimento.

Que tratamento a psicanálise pode oferecer ao corpo, considerando os novos usos que se apresentam na clínica de hoje?

Mesmo com todas as críticas e até perseguições que a psicanálise vem sofrendo nestes tempos, estimo que estamos em um momento oportuno, ainda que isso não implique qualquer conforto. Primeiro, porque essas críticas e essas perseguições podem e devem ser enfrentadas por nós, analistas (e aqui já introduzo o tema que vocês elegeram para esta entrevista), como uma transferência apresentada na faceta que Freud já chamava de “transferência negativa”. Além disso, vivemos em um mundo onde é intenso o apelo que se faz ao corpo:

  1. No que concerne mais especificamente às terapêuticas, uma boa parte das propostas atuais reduz os sintomas a “transtornos” que, embora qualificados de “mentais”, encontram nos corpos um lugar em que eles ganham consistência e no qual devem ser feitas as intervenções terapêuticas. Afinal, “localizações cerebrais” e “marcadores biológicos” são buscados como formas de se conferir maior objetividade ao diagnóstico e ao tratamento, que, muitas vezes, é necessariamente associado ou mesmo restrito a medicamentos.

  2. Quanto ao que caracteriza, de modo geral, nossa civilização, senão tudo, certamente, uma grande parte do que se propõe e se experimenta, hoje, como “modos” ou “estilos” de vida implica o corpo em sua exigência de satisfação constante.

Ora, a psicanálise é uma experiência que se faz com o corpo e no corpo. Portanto, ela tem toda condição para responder às incitações que nossa civilização faz aos corpos como campo privilegiado de satisfação, bem como às reduções pelas quais muitas terapêuticas atuais tomam os sintomas, identificando-os apenas como o que é somático. Nossa diferença (e também nosso desafio em termos de implantação e reiteração neste mundo) é que, para nós, os corpos são o que eu chamaria de caixas de ressonância e também de dissonância, ressaltando que esses “sons” corporais não são captáveis nem pelos tradicionais e também cada vez mais sofisticados aparelhos de “ultrassonografia”, nem pela tecnologia de ponta instrumentalizada como “ressonância magnética”. Afinal, esses sons manifestam-se, segundo nos ensina Lacan, como “no corpo, o eco do fato de que há um dizer” (LACAN, 1975-1976/2007, p. 18), ou seja, eles são pulsionais. Embora sejam às pulsões que a civilização procura responder (silenciando-as, nos tempos mais repressivos, ou, como acontece mais em nossa atualidade, mais permissiva, incitando-as), embora seja também algo das pulsões que muitas terapêuticas contemporâneas — mesmo sem usarem tal nome — propõem controlar (como no caso dos “hiperativos”), ou incitar (como no caso dos “deprimidos”), é a psicanálise que consolidou modos efetivos para que possamos abordá-las e vivê-las. É na experiência analítica que se pode constatar o quanto as palavras afetam os corpos e o quanto ansiamos para falar com os corpos e também para fazê-los falar. Por conseguinte, embora se tente muito isso hoje em dia, não há como livrar os corpos vivos desse tipo de afecção. Por isso, conforme eu lhes dizia inicialmente, temos de nos haver hoje com uma enorme transferência negativa quanto à psicanálise e nos encontramos, concomitantemente, em um momento oportuno.

2) Segundo Éric Laurent (2013), “a crise das normas e a agitação do real” remetem-nos a uma dupla série causal: de um lado, “os corpos são muito mais deixados por sua própria conta, marcando-se febrilmente com signos que não chegam a lhes dar consistência e, por outro lado, a agitação do real pode ser lida como uma das consequências da ‘ascensão ao zênite do objeto a’.”

Quais as consequências dessa constatação na direção de um tratamento em nossos dias, que pretende fundamentar-se na teoria e ética lacanianas?

Parece-me que minha resposta à questão anterior já antecipa elementos que respondem a esta segunda. Quais são os “signos” (para tomar aqui a passagem de Éric Laurent citada por vocês) que não chegam a “dar consistência” aos corpos, mas que os marcam “febrilmente”? Há uma multiplicidade deles: “tatuagens”, “drogas”, “baladas”, “silicones”, “energéticos”, “celulares”, “roupas”, “TPM”, “ponto G”, “Viagra”, “sexo”… etc…. Essa variedade, que cada vez se multiplica mais, mostra, concomitantemente, como o “objeto a”, por ser efetivamente um “condensador” de gozo, ou seja, de satisfação, encontra-se em ascensão no mundo contemporâneo, mas ela também evidencia, especialmente para quem é sensível à escuta analítica, o fracasso desses signos em dar aos corpos alguma consistência. Em outros termos, há uma produção de múltiplos objetos e uma busca incessante por eles porque não há efetivamente objeto capaz de suturar o vazio que faz os dizeres ecoarem nos corpos. Por sua vez, a experiência analítica tem como cingir e responder a tal vazio sem ser pela proliferação dos objetos. Nossos consultórios de psicanálise, bem como os atendimentos e intervenções que muitos de nós fazem nas instituições de saúde, de defesa social e de ensino comportam muitos exemplos de como os corpos são objetos de intensos investimentos, de incisivas intervenções, mas sem que isso resulte em alguma consistência para aqueles que se apresentam com eles, visando a um tratamento, um acolhimento, uma resposta. Entre esses exemplos, eu citaria: a busca incessante pelo “over” nas toxicomanias, que ganha, com o crack, um viés ainda mais tenebroso, o “menor abandonado”, cuja trajetória de infrações o faz sempre ser abandonado, o entediado, que vaga pelas noites ou pelos shoppings, sem encontrar o que ele não sabe que está procurando, a anoréxica, que recusa o alimento para, insistentemente, comer nada, aquele que não encontra mais lugar no corpo para mais uma tatuagem…

Sobre como a psicanálise pode tratar essas inconsistências, essas experiências de esvaimento dos corpos manifestada na própria apresentação dos corpos como objetos, eu já destaquei, na primeira resposta, e também no meu texto (LAIA, 2013), que se encontra no site do VI ENAPOL (evocado também, a princípio, por vocês): nossas intervenções se valem da “trama corpo-linguagem”, da escuta do que ecoa, inclusive nessas inconsistências corporais, como dizer. A transferência, nesse contexto, é decisiva, pois os corpos inconsistentes de hoje não param de buscar os corpos, e, nessa trajetória, o corpo do analista pode fazer diferença entre os múltiplos corpos que servem como anteparo, âncora, bússola, mas também como diluição, errância, perdição aos corpos agitados de hoje. Por fim, se a ética da psicanálise se vale da orientação de não ceder quanto ao desejo, de agir em conformidade com o desejo (segundo os termos de Lacan, no Seminário 7, 1959-1960/1988, p. 373-390), encontro, em uma passagem do primeiro testemunho de Marcus André Vieira como A.E. (Analista da Escola), uma indicação preciosa para articularmos tal orientação com a definição lacaniana da pulsão, no Seminário 23, como “no corpo, o eco do fato de que há um dizer” (LACAN, 1975-1976/2007, p. 18). Tematizando exatamente como a transferência permitiu-lhe abrir “um espaço corporal sem lugar e forma claros” e também marcado por “nada do Outro”, ou seja, alheio a qualquer referência, no qual “ecoavam as intervenções sonoras do analista e que sentia sua presença, reagindo à sua voz de outra forma”, Marcus André Vieira nos mostra como a experiência analítica deu-lhe alguma consistência para o “tanto de gozo fora do corpo, de vida que não cabe na vida e se manifestava como vontade” de ele, Marcus, se “lançar para dentro e não para fora, para o encontro com um desejo a descobrir e não a antecipar” (VIEIRA, 2013, p. 31, grifos do entrevistado). Considero preciosa tal passagem, no que concerne à ética da psicanálise e à experiência analítica hoje, porque, em nosso mundo, tomado pelo imperativo da satisfação, os corpos estão sempre às voltas com o desejo a antecipar, e à experiência analítica cabe suscitar o que poderá apresentar-se como um desejo a descobrir. É desse desejo a descobrir que não se deve ceder, e é esse desafio que sustentamos na experiência analítica, particularmente hoje em dia, quando o mundo é assolado pela urgência de se antecipar o desejo para que se possa garantir a onipresença da satisfação.

3) Ainda hoje, poderíamos constatar, como Freud, que “sempre resta o sintoma, na medida em que ele interroga cada um sobre o que vem incomodar-lhe o corpo”. Entretanto, Éric Laurent (2013) nos alerta de que “precisamos conceber o sintoma não com base na crença no Nome-do-Pai, mas baseados na efetividade da prática psicanalítica”.

O que significa, para a apresentação e o manejo da transferência, ir para “além do sintoma histérico, que supõe, no horizonte, o amor ao pai”?

O amor ao analista, isto é, o investimento que liga o analisando ao analista, pode ter o amor ao pai como uma das formas pelas quais a transferência se processa. Freud mesmo fala do analista como um “substituto” dos primeiros objetos de investimento libidinal, e o pai se encontra entre esses objetos. Mas a transferência e seu manejo não se reduzem a isso. Mesmo quando tomamos a transferência, tal qual Freud, como uma forma de “neurose” forjada na própria experiência analítica, ela não é mera repetição do que se passou e não foi elaborado. A parte em que o sintoma se trama com o amor ao pai é, a meu ver, mesmo sob a forma de “neurose de transferência”, aquela que é decifrável, inclusive porque o Nome-do-Pai tem, segundo podemos ler na “metáfora paterna”, a função de traduzir, decifrar o enigma do “Desejo da Mãe” (LACAN, 1957-1958/1998, p. 563). Entretanto, como nos vai ensinar um Lacan mais tardio em relação àquele dessa operação de metaforização, “uma mensagem decifrada pode continuar a ser um enigma” (LACAN, 1973/2003, p. 550). Assim, quanto ao sintoma, ele comporta, como tem insistido Jacques-Alain Miller, uma opacidade ao sentido e à decifração, e, nesse viés, o analista como parceiro-sintoma, na transferência, não é pura e simplesmente um substituto do pai.

4) Em TEXTOaCORPO #18, lemos: “O novo status do sintoma significa muito mais que constatar que não há sintoma sem corpo. Ao ser acontecimento de corpo, o sintoma é um real contingente e singular, pois nenhum acontecimento é necessário e universal. O corpo, como sede deste acontecimento, ademais de ser gozável, deve poder receber, como letra, a marca escrita pelo sintoma, e por isso é literável” (ARENAS, 2013). Miller (2012) refere-se ao ultimíssimo Lacan apontando que: “No lugar de função da fala, campo da linguagem e instância da letra, temos lalíngua, apalavra e lituraterra, que esboçam certamente um outro Lacan”.

Já que o sintoma se inscreve no corpo, como escutá-lo e interpretá-lo, se há, nos tempos de hoje, uma dificuldade no relato pelo falasser? Como articular escuta e leitura (do sintoma que se escreve), uma vez que o corpo é tomado como aquilo do qual goza o sujeito? Como fica a transferência?

O que vocês estão chamando de “dificuldade no relato” se manifesta, muitas vezes, como uma dificuldade de dizer, de contar o que se passou, de falar do que está acontecendo, de decifrar o sintoma, ou, pelo menos, de ser sensível à sua decifração. Entretanto, se a psicanálise faz diferença, em um mundo onde, o tempo inteiro, se insiste que “falar faz bem”, é porque, para nós, a dificuldade para relatar não é menos um dizer. Por isso, a experiência analítica não se reduz a uma trama biográfica: os analisantes se surpreendem com o que escapa à suas biografias e que, ainda assim, os determinam, mobilizam seus sintomas, constituem seus desejos. Nesse viés, quando pretendemos discutir, no VI ENAPOL, as diferentes nuances de “Falar com o corpo”, essa fala se processa mesmo quando não há muita disposição do falante ao relato, porque o corpo é uma espécie de “estranho” com o qual, contrariando o que dizem, primordialmente, nossos pais, insistimos em falar, porque ele, com sua presença inusitada, enigmática, nos faz falar. A transferência é decisiva nesse contexto porque, como constatamos na orientação lacaniana, um analista é talhado, por sua análise pessoal e pelas supervisões, a tomar a forma desse “estranho” que é o corpo com que falamos, muitas vezes, sem escutar qualquer palavra, e, como esse “corpo estranho”, na transferência, um analista poderá fazer ecoar (ou mesmo amplificar) o inaudível não para que este seja propriamente escutado ou relatado, mas para que possamos cingir e nos virar com tal opacidade.

5) Acompanhamos, no momento atual, a agitação dos corpos dos jovens, em uma série de manifestações, nas quais os analistas políticos identificam uma “crise da representação”.

Que articulação se pode fazer entre o lugar ocupado pelo corpo na atualidade e as novas formas de identidade?

As manifestações recentes parecem evidenciar que a crise das normas atinge inclusive o campo mesmo dos protestos. Afinal, no início, o que surpreendeu a todos foi o fato de não se saber de onde surgiu tanta gente que, até então, supunha-se que estava mais conectada à internet do que à suposta “realidade do país”. Uma faixa dos manifestantes proclamava: “Somos a rede social”, e encontro nela um excelente exemplo do que Lacan chamava de interpretação pelo equívoco. Afinal, nesses tempos de Facebook, Instagram, WhatsApp e Twitter, o sintagma “rede social” refere-se a corpos imersos no chamado “mundo virtual”, mas, nas manifestações, eis que esses corpos, que ninguém sabia muito bem onde estavam, aparecem nas ruas sob a forma das “manifestações”. Em outros termos, os corpos dos manifestantes “pularam” do “mundo virtual” para as “manifestações” em várias cidades brasileiras, da mesma forma como a anamorfose pintada por Holbein, no quadro Os embaixadores (comentado por Lacan, no Seminário 11), “pula”, enigmática, do que esse quadro representava em termos dos objetos da ciência, das artes e dos representantes da diplomacia, ou seja, da “realidade” do então século XVI (LACAN, 1964/1988, p. 84-115).

À medida que os protestos foram-se multiplicando, tudo parecia ter-se tornado motivo de protesto, e, nesse sentido, a própria concepção do que seria “protestar” se mostrou, senão diluída, certamente ainda mais opaca. Dessa surpresa frente a essa diluição e à opacidade, algo me pareceu manter-se e que tem a ver com o que, na pergunta, vocês chamaram de “agitação dos corpos”. Fazendo aproximação entre o subtítulo do VI ENAPOL e essas manifestações recentes no Brasil, parece possível sustentar que a “agitação do real” é uma “agitação dos corpos”, e que, quando há “crise das normas”, os corpos se agitam. Pergunto-me, nesse aspecto, se o sintoma “social” corporificado por essas manifestações não pode ser lido na vertente do que, graças a Jacques-Alain Miller, temos podido encontrar em Lacan como “acontecimento de corpo”. Assim, se uma das faixas ostentadas nessas ocasiões dizia: “Não são só 20 centavos”, eu não a leio apenas como ressaltando que há mais motivo para protestos do que o aumento das passagens de ônibus ou o direito à gratuidade do transporte público para estudantes. Prefiro lê-la assim: os “20 centavos” de aumento nas tarifas de ônibus não foram apenas o “significante” que causou a agitação dos corpos sob a forma de protestos, eles são o significante que acionou o gosto, ou, se quisermos usar um termo mais lacaniano, o gozo dos corpos de se manifestarem, especialmente porque as manifestações se tornaram mais frequentes depois que alguns corpos que se batiam por transporte público mais barato ou gratuito foram alvos de inusitada violência policial na cidade de São Paulo. Com base no que alguns analisantes me contaram sobre suas participações nas manifestações e acompanhando-as direta ou indiretamente, eu diria que não eram apenas os “20 centavos”, porque o que se descobria ali, a cada manifestação, era a satisfação dos corpos que, como também se pôde logo notar, não era apenas a dos corpos se encontrarem, mas também de se deixarem tomar por colisões e ímpetos mortíferos. Assim, retomando minha referência ao quadro de Holbein, é importante lembrar que a anamorfose que “pula” da representação é um crânio de caveira, e, se ela me permitiu fazer essa relação com os corpos cuja agitação surpreendeu a todos nessas recentes manifestações, parece-me igualmente importante que, como analistas, nós certamente não temos que desprezá-las (afinal, o que agita os corpos nos concerne desde os sintomas histéricos os mais clássicos), tampouco temos que tomá-las como uma crise da representação manifestando, como pretenderia um Badiou, o irrepresentável na política como uma solução inequívoca.

Duas frases de Lacan, que faz do equívoco um bem-dizer, surgem-me, aqui, como uma posição interessante frente às manifestações: “Eu aguardo, mas não espero nada” (LACAN, 1975-1976/2007, p. 133). Essa passagem é instigante porque, comportando um enigma ao lidar com os verbos “aguardar” e “esperar”, atribui-lhes uma diferença que não é tão clara ao senso comum, nem para os dicionários, mas que é real para a psicanálise de orientação lacaniana. Afinal, “esperar” ressoa em “esperança” e, portanto, em uma expectativa de que há um sentido, um ideal, mesmo que (mortiferamente ou não) inalcançáveis e que comportem uma convocação do Outro, de um lugar ao qual se pode chegar, aspirar, fazer consistir. Bem diferente, “aguardar” implica a presença viva de um corpo, sem lugar para uma expectativa ou uma convocação quanto ao sentido, ao ideal ou ao Outro. Assim, um analista é aquele que, frente à agitação dos corpos, aguarda sem esperar, transmitindo-lhes, assim, inclusive, alguma serenidade. Novamente, posso verificar aqui com vocês o quanto vivemos um momento oportuno para a psicanálise de orientação lacaniana, mesmo que essa oportunidade não nos reserve qualquer conforto.

Referências

ARENAS, G. O corpo, gozável e literável. TEXTOaCORPO #18. 2013. Disponível em: http://www.enapol.com/Boletines/018.pdf. Acesso em: 21/07/2013.

LACAN, J. (1957-1958). “De uma questão preliminar a todo tratamento possível da psicose”, In: Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998, p. 537-590.

LACAN, J. (1959-1960). O Seminário, livro 7: a ética da psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988.

LACAN, J. (1964). O Seminário, livro 11: os quarto conceitos fundamentais da psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988.

LACAN, J. (1973). “Introdução à edição alemã de um primeiro volume dos Escritos”, In: Outros escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003, p. 550-556.

LACAN, J. (1975-1976). O Seminário, livro 23: o sinthoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.

LAIA, S. Falar com o corpo, um solilóquio e a experiência analítica. 2013. Disponível em: http://www.enapol.com/pt/template.php?file=Textos/Hablar-con-el-cuerpo-un-soliloquio-y-la-experiencia-analitica_Sergio-Laia.html. Acesso em: 21/07/2013.

LAURENT, É. “Falar com seu sintoma, falar com seu corpo”. 2013. Disponível em: http://www.enapol.com/pt/template.php?file=Argumento.html. Acesso em: 21/07/2013.

MILLER, J.-A. “O escrito na fala”. Opção Lacaniana online, nova série, ano 3, n. 8, jul. 2012. Disponível em: http://www.opcaolacaniana.com.br/pdf/numero_8/O_escrito_na_fala.pdf. Acesso em: 21/07/2013.

VIEIRA, M. A. “Mordidavida”, Opção Lacaniana, n. 65, abr. 2013, p. 31.

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