Almanaque No 10

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Prematuridade, trauma e constituição subjetiva

Entre o nascimento e a constituição do sujeito existe um espaço que revela o encontro traumático com o real. Quando esse evento é marcado por parâmetros inimagináveis, como o cenário da neonatologia, o hiato é exacerbado. Trata-se de traumatismo absoluto. Este breve trabalho pretende refletir sobre as condições de possibilidades de se ultrapassar o horror, reencontrar o equívoco e a “liberdade significante”, diante de tais circunstâncias.

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Apontamentos acerca da transferência

Trata-se de uma breve investigação sobre a noção de transferência em Lacan, apontando-se algumas questões aí implicadas, dentre as quais, estão: a variabilidade da noção de transferência na história da psicanálise, o vínculo entre a concepção teórica da transferência e o seu manejo, a relação do desejo do analista com a transferência, o papel do sujeito suposto saber e, ainda, a interação entre as vertentes libidinal e epistêmica da transferência.

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A sintonia do eu com o sintoma: a problemática da angústia na neurose obsessiva

Este texto aborda os mecanismos de formação dos sintomas na neurose obsessiva, sua “sintonia” com o eu, assim como sua relação com a angústia. Procura, também, a partir da localização do sintoma como uma forma de satisfação, delinear o que está em jogo no tratamento dessa neurose.

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A segregação nossa de cada dia

O artigo trata da política pensada a partir da psicanálise e mais estritamente da política da psicanálise que o autor chama de “uma política do sintoma”.

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Almanaque on-line entrevista

Almanaque on-line: Publicamos, neste número de Almanaque on-line, um belo artigo de Silvia Tendlarz, no qual ela se remete à “mascarada feminina” de Joan Rivière e à pergunta sobre a diferença entre a feminilidade como disfarce e a verdadeira feminilidade.

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Perturbar a defesa… social?

A autora apresenta algumas reflexões sobre a psicanálise aplicada, as noções de defesa e responsabilidade. No contexto de uma política que responde aos protocolos da gestão e da ordem e aos paradigmas contemporâneos de avaliação e controle, trata-se de afirmar que a psicanálise pode responder sem renunciar aos seus instrumentos e à sua orientação pelo singular.

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Corpo e gozo na psicanálise com crianças

O artigo discute a possibilidade do laço social a partir da pulsão e não dos ideais.

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A insistência da pulsão e o ideal de bem-estar

Tomando como fundamento o tema do fracasso em psicanálise, o artigo aborda a estratégia das práticas do bem-estar como significante-mestre na atualidade, para controlar a presença da pulsão. Ao final, apresenta como consequência desse controle o retorno, na sociedade, do que Lacan nomeou como objeto criminogênico.

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A incidência do narcisismo na esquizofrenia e na histeria

No texto “Sobre o narcisismo: uma introdução” (1914/1974), Freud estabelece uma correlação entre esquizofrenia e histeria, ao afirmar que, na tentativa de restauração, o retorno da libido aos objetos, na esquizofrenia, se dá como numa histeria. Sabemos que há diferenças estruturais entre essas duas patologias mentais. Se, na esquizofrenia, os fenômenos corporais atestam que o corpo não passou de sua condição real para um corpo erógeno, na histeria, na constituição imaginária de um corpo dito feminino, há, também, um impossível de dizer, que é denunciado num ponto de falha na constituição de i(a).

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O sonho de ser a mais bela

A partir do sonho de uma mulher, o de ser a mais bela, a autora desenvolve os diferentes aspectos da mascarada, para estabelecer a seguir um laço com a mulher sonhada por um homem.

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