Almanaque No 20

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Entre a cruz e a espada: culpa e gozo em um caso de neurose obsessiva

O tema do masoquismo aparece na obra de Freud em sua elaboração sobre as perversões, na fundamentação da criança perverso-polimorfa e, posteriormente, em relação aos sintomas neuróticos, em que sadismo e masoquismo só devem ser considerados patologias em casos extremos.

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Conter e contar a vida secreta das palavras

A vida secreta das palavras, filme dirigido por Isabel Coixet, conta a história de Hanna (Sarah Polley), uma mulher de 30 anos, parcialmente surda, solitária, silenciosa e fechada em seu mundo. Empregada exemplar em uma fábrica têxtil, um dia, no fim

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O mundo do trabalho e subjetividade nas psicoses: identificações, estabilizações e desencadeamentos

Tempos atrás, mais ou menos entre 2004 e 2008, integrei um grupo interessado pelas questões do mental no trabalho. Nossas pesquisas e reflexões estiveram polarizadas pelas discussões a respeito dos nexos causais entre trabalho e adoecimento mental. Em que medida

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O valor de uma aposta: Tecendo a rede nas instituições de saúde

Este texto resulta da apresentação do dia 30 de agosto de 2017, na noite do CIEN, que teve como mote o CIEN e as instituições. Contamos com a presença de Philippe Lacadée, que realizou uma intervenção com base em nossa

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Passagem ao ato e adolescência

Na clínica contemporânea, deparamo-nos com uma significativa incidência de novos sintomas, sobretudo aqueles nos quais se verifica o privilégio do registro do ato; da convocação do corpo que, por vezes, supõe uma precariedade do registro simbólico, uma tentativa de apagamento

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A radicalização da recusa frente à inexistência da relação sexual

Domenico Cosenza (2014) percorre a ‘delicada transição’ da adolescência em três tempos lógicos. O primeiro é o tempo dos sonhos; sem eles, não se pode pensar em fazer amor (LACAN, 1974). O segundo tempo é o do trauma; a inconsistência

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A violência no jovem: sintoma ou não?

Por ocasião da Jornada do Instituto da Criança[1], Jacques-Alain Miller perguntava-se se a violência na criança era um sintoma. Pois quem diz sintoma, em psicanálise fala, em termos freudianos, de deslocamento, de substituição de uma satisfação pulsional, o que, em

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Paradoxal virilidade

Nossa época parece ter incorporado a ideia de que a virilidade não passa de uma impostura, e se Jacques Lacan fazia valer, em 1958, que a ‘parada viril’ não é sem apresentar algum traço da feminilidade, hoje é a própria

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O avesso da ficção masculina

Na relação entre os sexos, os homens sempre representaram o sexo forte em relação ao desejo. Mas não é assim tão simples. Interroguem-se!, pede Lacan. Diante de um corpo de mulher, um homem é “embaraçado”, perturbado, bloqueado. Não que ele

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Entrevista com Antônio Teixeira por Márcia Mezêncio, Maria das Graças Senna e Ludmilla Féres Faria

NEM MESTRE NEM JOKER: O DESTINO DA CARTA EM DERRIDA E LACAN     Almanaque: Alguns autores consideram que Derrida, ao elaborar críticas pontuais e certeiras à leitura lacaniana de “A carta roubada”, se precipita ao generalizar essas críticas ao

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