Acting-out

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mar
05

Passagem ao ato e adolescência

Na clínica contemporânea, deparamo-nos com uma significativa incidência de novos sintomas, sobretudo aqueles nos quais se verifica o privilégio do registro do ato; da convocação do corpo que, por vezes, supõe uma precariedade do registro simbólico, uma tentativa de apagamento

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mar
04

A adolescência prolongada, ontem, hoje e amanhã

O autor parte do princípio de que, no século XX, nossa percepção da vida e da vida sexual, em particular, mudou muito em relação àquela do século passado. Ela foi modificada em diferentes planos, e, primeiramente, no plano do real. A incidência real da ciência sobre a sexualidade humana trouxe consequências sobre a duração e a repartição das idades da vida. No século XX, Freud pensava que a tarefa a ser cumprida no momento da puberdade seria uma reconstituição diferente da relação com o objeto, um objeto que não seja o edipiano, preparando o sujeito para um encontro com o parceiro sexual. Para Lacan, não é a identificação que permite o acesso ao objeto, mas é muito mais o encontro com o objeto e sua perda que produzem uma identificação. Ao se deparar com a ausência da relação sexual, o amor pode fazer suplência a essa falta. A adolescência é, para Lacan, por excelência, o fato de que o sujeito passa da posição infantil de desejado à posição de desejante.

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set
27

Considerações sobre a passagem ao ato, o acting-out e o crime

Estudo dos atos encontrados na clínica com infratores. Para isso, os conceitos lacanianos de passagem ao ato e acting-out foram trabalhados. O crime foi considerado na neurose e na psicose, mas o que se pretendeu destacar foi a dimensão do ato criminoso.

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set
15

Passagem ao ato como resposta do real

O tema da passagem ao ato é discutido a partir da leitura do Seminário, livro 10, de J. Lacan. O eixo desse seminário é a elaboração do conceito de objeto a, que permite retrabalhar a diferença estrutural entre neurose e psicose. O ponto a ser destacado nessa leitura é a construção do quadro em que a passagem ao ato vem a ser relacionada a outros termos adjacentes. Na última parte, é feita uma tentativa de catalogar as manifestações mais comuns de passagem ao ato na psicose.

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