DIVERSÃO

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jul
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“Bons rolês e tudo o que for bom”: a gente não quer só comida

O presente artigo descreve uma experiência de conversação realizada com um grupo de jovens que estava em conflito com outra gangue havia três anos. O trabalho foi suscitado pelo encontro fortuito desse grupo com a morte, através do diagnóstico de infecção por HIV em um de seus membros. No momento inicial de cernir a demanda do grupo, os jovens localizam o impasse de não saberem como fazer para se divertirem. Essa demanda vem atravessada pelos acontecimentos do conflito entre os grupos. Um segundo tempo da conversação promove um deslocamento do estatuto da “guerra” para esse grupo. Passam a experimentar um mal-estar por provocarem mortes. O momento de concluir das conversações indica a possibilidade de eles prescindirem desse conflito, através do estreitamento do laço social pela via da diversão.

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