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A adolescência como abertura do possível

O autor acredita que as “lembranças encobridoras“ configura-se como um texto orientador de Freud sobre a adolescência. Elas são constituídas ao mesmo tempo, de um material infantil e de reformulações sucessivas, a fim de responder questões que são colocadas posteriormente: as suas primeiras escolhas à direção a dar à sua existência, seu lugar na sociedade e na orientação de seus sentimentos para novos objetos de amor. O autor se utiliza de revisão da literatura dos pós-freudianos e da produção literária dos séculos XIX e XX, assim como dos ritos de iniciação tribal, traçando um paralelo entre essas produções e nossa época contemporânea, fundamentando sua análise a partir de Lacan.

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