feminino

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Paradoxal virilidade

Nossa época parece ter incorporado a ideia de que a virilidade não passa de uma impostura, e se Jacques Lacan fazia valer, em 1958, que a ‘parada viril’ não é sem apresentar algum traço da feminilidade, hoje é a própria

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“Dora” e as “maridas”: duas tentativas de abordar o feminino a partir do amor ao pai

Em 1901, Dora, uma histérica, sinalizou para Freud que ela queria saber sobre o seu sexo. Hoje, as ”maridas” formulam a mesma questão – o que é uma mulher? Entre Dora e as ”maridas”, mais de um século se passou. O mundo, nesse espaço de tempo, mudou para a humanidade de forma geral, mas, sobretudo, para as mulheres. Esse trabalho pretende focar a participação do pai na pergunta de Dora sobre o feminino e como a atuação das “maridas” pode estar articulada à queda da figura paterna, em nossos dias.

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Solidão do ser falante

A psicanálise coloca em cena um paradoxo: Não há relação entre os sexos, por um lado; por outro, há uma relação possível ao corpo, ao falo, ao sintoma, ao gozo. Esse designador da existência revela, entretanto, ao mesmo tempo, um impasse lógico, aquele da solidão. É a tese lacaniana congruente com a primeira: a relação ao gozo isola, o gozo que há sublinha a não relação ao parceiro. A solidão está em jogo. Saber como cada um supre essa ausência, com o amor, com a fantasia ou com o sintoma, é o que a autora aborda a partir do caso clínico de uma jovem.

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