Nome-do-Pai

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mar
05

Grandeza e miséria de um nome

O patronímico desse sujeito condensa toda sua neurose. Alguma coisa como uma “falsa ascensão”[i], a combinação de um nome plebeu e um aristocrático, ao mesmo tempo, como é nos célebres (Giscard D’Estaing e Galouzeaus de Villepin).   Marca de uma

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jul
31

Puberdade, adolescência e estrutura

a autora retoma as orientações de Freud na clínica com púberes e adolescentes e apresenta as novas manifestações que desconcertam o psicanalista. O Nome do Pai como articulador central da estrutura perde seus privilégios na atualidade. A ideia freudiana de puberdade e adolescência não dá os elementos suficientes para uma orientação na clínica atual. Considera que o último ensino de Lacan pôde contribuir para uma melhor leitura da subjetividade atual. Sobretudo, vemos que se trata de uma subjetividade que já não parece responder aos parâmetros estruturalistas e deterministas pelos quais nos regíamos e, nesse sentido, vemos o apagamento das estruturas clínicas.

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mar
06

Da solução do sintoma ao sinthoma como solução

Partindo de Freud rumo ao último ensino de Lacan, procuro demonstrar, neste artigo, a trajetória do sintoma como aquilo que inicia o sujeito na análise – com o desejo de livrar-se dele – até o ponto máximo de uma análise em que o sujeito se encontra com o real de seu sinthoma, do qual não é possível se ver livre: pelo contrário, tem que se haver com ele.

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