objeto

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mar
05

Esse X

  Ela se lembra de um detalhe que considera “divertido”. Ela designa sistematicamente seu analista pelo apelido de “Senhor X”, um hábito que faz rir seus amigos. De que se trata, de uma descrição indispensável, ou de um mistério intrigante?

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mar
04

A adolescência prolongada, ontem, hoje e amanhã

O autor parte do princípio de que, no século XX, nossa percepção da vida e da vida sexual, em particular, mudou muito em relação àquela do século passado. Ela foi modificada em diferentes planos, e, primeiramente, no plano do real. A incidência real da ciência sobre a sexualidade humana trouxe consequências sobre a duração e a repartição das idades da vida. No século XX, Freud pensava que a tarefa a ser cumprida no momento da puberdade seria uma reconstituição diferente da relação com o objeto, um objeto que não seja o edipiano, preparando o sujeito para um encontro com o parceiro sexual. Para Lacan, não é a identificação que permite o acesso ao objeto, mas é muito mais o encontro com o objeto e sua perda que produzem uma identificação. Ao se deparar com a ausência da relação sexual, o amor pode fazer suplência a essa falta. A adolescência é, para Lacan, por excelência, o fato de que o sujeito passa da posição infantil de desejado à posição de desejante.

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set
15

Corpo e gozo na psicanálise com crianças

O artigo discute a possibilidade do laço social a partir da pulsão e não dos ideais.

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