posição do analista

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Que lugar para o analista na experiência com a psicose?

O artigo propõe interrogar a posição do analista na experiência com a psicose e investigar as possibilidades de seu manejo sob a égide da teoria psicanalítica. Para tal, uma breve síntese da evolução dessa teoria nos ensinos de Freud e Lacan é traçada, identificando a origem de alguns conceitos essenciais, assim como seus desdobramentos. A partir dessa síntese, relacionam-se pontos- chave da teoria da psicose às formulações sobre a posição do analista deles decorrentes, referenciado- as ao momento histórico adequado, assim como à fase pertinente das elaborações sobre a psicose. O objetivo final é oferecer algumas orientações clínicas sobre a posição do analista perante um paciente psicótico acompanhadas de seu embasamento teórico.

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