pulsão

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mar
10

Desmontagem da pulsão na toxicomania: a prevalência do objeto

Introdução   A psicanálise acompanha o mundo, suas modificações e seus efeitos na subjetividade. Nas últimas décadas, passamos de uma civilização em que os ideais da cultura traziam alguma ordem para um novo mundo, em que o que prevalece é

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set
27

Algumas contribuições do Seminário 11 de Lacan para uma experiência de análise

A autora buscou resgatar alguns dos conceitos fundamentais da psicanálise, a partir do Seminário 11 de Lacan, para elucidar aquilo que se tratou de indicar, nesse momento, como fundamental na operação de análise.

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set
15

Corpo e gozo na psicanálise com crianças

O artigo discute a possibilidade do laço social a partir da pulsão e não dos ideais.

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set
15

A insistência da pulsão e o ideal de bem-estar

Tomando como fundamento o tema do fracasso em psicanálise, o artigo aborda a estratégia das práticas do bem-estar como significante-mestre na atualidade, para controlar a presença da pulsão. Ao final, apresenta como consequência desse controle o retorno, na sociedade, do que Lacan nomeou como objeto criminogênico.

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set
15

O que é que tem um corpo e não existe? Resposta: O grande Outro

O presente texto parte de uma pergunta feita por Lacan, no Seminário, livro 17: o avesso da psicanálise, quando ele define o “campo lacaniano” como o campo do gozo estruturado pelos discursos como laços sociais: “O que é que tem um corpo e não existe? Resposta — O grande outro”. Servindo- se dessa pergunta como título para o seu texto, a autora parte desse momento do ensino de Lacan, em que a estruturação dos quatro discursos constitui uma nova edição lacaniana do Outro “como estrutura no real”, que apresenta a sua inexistência não como antinômica do real, mas correlativa deste, para abordar as distintas declinações da concepção do corpo, feitas por Lacan, no percurso de seu ensino, até aquela em que o corpo assume o lugar do Outro. O texto mostra como o último Lacan, ao partir da evidência de que “há o gozo”, como propriedade de um corpo vivo e que fala, correspondente à inexistência do Outro, faz aparecer o Outro sob a forma do Um do corpo, que existe.

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