Real

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jul
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O escabelo de François Augiéras: escritura e pintura do corpo do de-lito (de-leito)

O escabelo de François Augiéras: escritura e pintura do corpo do de-lito (de-leito)[1] PHILIPPE LACADÉE Augiéras nasceu em 1925, nos USA, e morreu em 1971 numa grande precariedade, em Domme, bem próximo de sua gruta, onde ele amava se refugiar.

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jul
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O real na família contemporânea – Questões sobre o incesto

O real na família contemporânea comporta pesquisas sobre os vários sentidos desse nome para Lacan, de desde seu texto inicial, da década de 50, até as mudanças operadas em seu último ensino. Neste, o real surge enquanto dimensão contingente que

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jul
31

Clínica lacaniana da psicose

Clínica lacaniana da psicose   ANGELINA HARARI   Tema abordado em dissertação em que se interessou mostrar o percurso de Lacan no tocante à psicose, isto é, o que se passou entre a marca estruturalista recebida de Clérambault e a

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jul
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Adolescência, o que é?

Resumo: O texto é a transcrição do seminário de abertura do Núcleo de Investigação em Psicanálise e Medicina, no 1º semestre de 2016. Adolescência e puberdade são apresentadas como conceitos diferentes, provenientes de áreas diferentes do conhecimento. A adolescência é abordada como sintoma da puberdade e enfatiza-se a importante contribuição que a psicanálise traz para a prática dos profissionais da saúde. A adolescência é momento especial de encontro com o real, as respostas sintomáticas são frequentes em um mundo em que as referências simbólicas estão debilitadas. Alerta-se para a importância da inscrição e da não inscrição no campo do Outro.

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jul
31

O real da puberdade e a saída da infância

O real da puberdade testemunha a irrupção de um gozo diante do qual as palavras falham. O encontro com esse real pode produzir consequências perturbadoras para a relação do sujeito com seu corpo, com a imagem e com a língua, que, até então, lhe serviam de sustentação. Essa passagem da infância à adolescência desaloja o sujeito de sua língua e de seu corpo infantil conduzindo-o tanto ao despertar quanto ao exílio. Será necessário, então, que ele encontre novos arranjos pulsionais e novos modos de inscrição no mundo e no Outro.

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set
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Agulha no palheiro: o Sujeito Suposto Saber

O trabalho se resume no comentário de dois casos clínicos de crianças, sobre cujos tratamentos o aspecto do gozo da mãe incide, denotando, por essa vertente, o excesso do real sobre o simbólico na subjetividade contemporânea. Uma hipótese topológica borromeana entre mãe e filho é trazida como orientação clínica.

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set
15

As normas e os corpos: quando isso não funciona

Tomando a orientação dos temas do ENAPOL VI, “Falar com o corpo – a crise das normas e a agitação do real”, e das Jornadas da Seção Minas da EBP – “Psicanálise e Ciência – o real em jogo”, a autora introduz o assunto, interrogando, primeiramente, as normas, em seguida, os corpos para a ciência e, para terminar, propõe-se a pensar o que pode a psicanálise diante da crise das normas.

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set
15

O utilitarismo da pena e o real da pulsão

A autora comenta a formulação de Lacan sobre o utilitarismo da pena e suas consequências sobre a função da punição e articula o percurso da investigação do Núcleo de Psicanálise e direito relativa ao real da pulsão que se apresenta aos praticantes, nessa interface.

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set
15

Incidências do trauma: o que de real encontramos em nossa clínica com crianças?

Trata-se de uma introdução às questões que o real do trauma nos
coloca, enquanto psicanalistas, na clínica com crianças.

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