Sintoma

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O corpo e o Outro

A partir da colocação, em primeiro plano, do efeito de gozo do significante, que privilegia o significante sozinho, em seus efeitos de afeto sobre o corpo, o texto investiga a afirmação de Lacan de que a linguagem intervém sempre sob a forma do real de lalíngua e de que é a esse real que a criança é, primeiramente, e de maneira bruta, confrontada. É, ainda, a partir do enfoque na conexão direta entre o corpo e a linguagem que o texto aborda a concepção do sintoma como o que veicula uma cifra de gozo que não inclui o Outro e cujo destinatário é o próprio sujeito. Com essa orientação, é retomada a afirmação de Lacan sobre a infância como uma época decisiva em que os sintomas se cristalizam.

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