SUBJETIVIDADE

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jul
31

Puberdade, adolescência e estrutura

a autora retoma as orientações de Freud na clínica com púberes e adolescentes e apresenta as novas manifestações que desconcertam o psicanalista. O Nome do Pai como articulador central da estrutura perde seus privilégios na atualidade. A ideia freudiana de puberdade e adolescência não dá os elementos suficientes para uma orientação na clínica atual. Considera que o último ensino de Lacan pôde contribuir para uma melhor leitura da subjetividade atual. Sobretudo, vemos que se trata de uma subjetividade que já não parece responder aos parâmetros estruturalistas e deterministas pelos quais nos regíamos e, nesse sentido, vemos o apagamento das estruturas clínicas.

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